domingo, 13 de novembro de 2011

Aula 16: Em nome da civilização cristã

A conquista de a Sergipe vai ser em nome do “rei” e em nome de “cristo”. A aula aborta os criadores de gado, colonizador português. O estado português tem uma característica distinta da herança medieval. O estado português não é um estado laico, ou seja, não é separada da igreja como na Itália. Outra característica do estado português é que ele possui um “catolicismo de guerra”. Já os jesuítas possuem um “catolicismo penitencial”, ou seja, é a idéia da dor, do cristo morto na cruz.
O texto diz que segundo a pesquisadora Lilian da Fonseca Salomão, Sergipe permaneceu durante muito tempo como uma “dobradiça” entre a capitania da Bahia e Pernambuco, ou seja, ao ser descoberto, o território sergipano era considerado muito proveitoso aos engenhos e fazendas da Bahia e Pernambuco, pois havia bons currais para a criação de gado, além do beneficio da produção açucareira. Portanto Salomão, não estar menosprezando Sergipe, ela esta encontrando a importância de Sergipe no contexto da história do Brasil.

Aula 15: A "praticidade" e o "despertar" do português

Nesta aula percebemos que existe uma igualdade e diferença entre “jesuítas” e “criadores de gado”, a igualdade e que os dois são “portugueses”, e a diferença entre eles e que cada um deles vivem em seu próprio mundo.
Em minha concepção, ao que se diz no tópico "o índio” o texto fala da maneira que os franceses e portugueses enxergavam o índio e isso pode ser expressado em duas palavras: "diferente e semelhante".Aos olhos dos franceses, eles enxergam os índios como uma cultura oposta a sua, os franceses tinham a idéia de que ales já foram como os índios, ou seja, a idéia de ser “primitivo”.

Aula 14: A carta de Tolosa- Parte III (Final)

A carta de Tolosa- Parte III percebemos logo no início, uma descrição do autor sobre a região do ponto de vista natural, mostrando as dificuldades encontradas pelos jesuítas em transpor o caminho por muitas vezes com montanhas, penhascos, ervas cortantes e atoleiros. Em relação a este trecho, termos uma base de como era geograficamente à região. A alimentação dos nativos era variada, e incluíam-se vários alimentos como: as bananas, farinha molhada em água, pimenta, frutas etc.
Ao relata a visita de Lourenço a aldeia do Surubi, Tolosa deixa explícito que é da vontade dos índios que se construam Igrejas e descreve como elas eram feitas: de palha e madeira.
Assim como nas outras partes da Carta que vimos anteriormente, é a clara a preocupação de Tolosa em propagandear o sucesso das missões. Aos poucos o que percebemos é um etnocídio das culturas indígenas que paulatinamente vão sendo substituídas pelo modo de ser cristão dos jesuítas.
A carta mostra a prática, com sucesso, das decisões tomadas no Concílio de Trento na região do rio Real, entre uma delas: Expandir o Catolicismo. A carta termina com um tom otimista, o autor mostra que apesar de todas as dificuldades, as missões que Lourenço desempenhava na região do rio Real em direção ao rio São Francisco estavam obtendo sucesso, e que sendo assim, estas deveriam continuar, pois seria a melhor forma de colonizar o território.

Aula 13: A carta de Tolosa- Parte II

A carta de Tolosa- Parte II vemos as ações dos jesuítas. Lourenço edifica a igreja de São Thomé, a primeira nas missões do rio Real.
Percebemos que símbolos e rituais do mundo católico estão sendo inseridos no mundo dos primeiros habitantes. Como por exemplo, a igreja e a cruz, percebemos assim que uma cultural material começa a emergir no cotidianos dos nossos primeiros habitantes. O cristianismo aos poucos vai sendo inserido no cotidiano dos índios.
Tolosa deixa claro a fama que Lourenço tinha entre os índios e sua capacidade de pacificar, além disso, mostra que é positivo e de grande importância para a colonização a presença da Companhia de Jesus naquele território.
Nesta carta percebemos trechos que mostram a resistência às missões. Estes que são contrários à expansão do cristianismo é apontado pelo autor como demônio, no caso os fazendeiros, criadores de gado e alguns índios.
No entanto Tolosa tenta mostrar que esta resistência era de uma minoria. A carta de Tolosa enfoca “o batismo” como sendo outra importante atividade desenvolvida pelos missionários.

Aula 12: A carta de Tolosa como documento histórico: reflexão I

Este carta foi escrita por um jesuíta que registrou as missões de Gaspar Lourenço em 1575. É importante percebemos que quem escreve a carta é um homem de carne e osso e que ele está interagindo com o seu mundo.
Fica explícito na carta o desejo de edificar as missões jesuítas, mostrando que apesar de todas as dificuldades, seja com o índio, com o criador de gado, ou até mesmo com a própria natureza, os jesuítas sempre dão um jeito de contornar a situação, até porque devemos ficar atentos ao fato que esta carta está sendo escrita para a coroa portuguesa, e por isso tenta mostrar que o trabalho dos jesuítas com os índios é a melhor maneira de colonizar o território.
Segundo a carta, as missões começam em fevereiro de 1575. Os jesuítas encontraram muitos desafios nesta missão. Um deles foi catequizar os índios da região entre o rio Real e o rio São Francisco, considerado “território de selvagens”. Lourenço é chamado á missão justamente com o objetivo de “apaziguar” os conflitos. Além das resistências dos índios, em que muitas aldeias queriam “cortar a cabeça do padre”, outro obstáculo as missões foram à presença de franceses na região. Além das dificuldades naturais, conflitos com fazendeiros e criadores de gado.

Aula 11: O mundo dos jesuítas-Parte II

Nesta aula ressaltamos o Concílio de Trento, as decisões e práticas adotadas a parti deste Concílio e a participação da Companhia de Jesus neste. O Concílio de Trento foi uma resposta da Igreja Católica à Reforma Protestante, sendo colocada em prática a partir da Conta Reforma. O Concílio possuiu três fases e vinte e cinco sessões. Situaram-se em dois planos: o da doutrina e o da disciplina na Igreja.
Antes das decisões do Concílio e conseqüentemente da Contra Reforma, a Igreja era basicamente dividida em dois planos, um em que estavam os franciscanos, jesuítas, capuchinhos mais direcionados à fé e cristandade. E em outro plano estavam bispos, padres, relacionados com indulgencias, fraudes, riquezas e lucros. É este que vai ser condenado por Lutero e Calvino e é aquele o qual o Concílio vai apostar para fazer a Contra Reforma.
O Concílio separou duas épocas, uma ante, medieval, em que a Igreja acumulou riquezas, e uma pós, na qual vai utiliza-se do catecismo, enviando missões para o Novo Mundo num desejo de expansão.
A vanguarda da reforma católica foi construída por ordens religiosas, principalmente pelos jesuítas e capuchinhos, os jesuítas em especial foram os que mais encarnaram o espírito da Contra Reforma emergente em 1545. Fazendo das missões um meio para concretizar as diretrizes defendidas pelo Concílio.
Munidos na fé e em nome da sua cultura, os jesuítas deixam Lisboa em 01 de Fevereiro de 1549 e vão para o Novo Mundo propagar o Catolicismo. Dom João III solicita a Companhia de Jesus para efetivar trabalhos de conversão dos índios na América portuguesa.
Segundo Glória Kok “as almas e as riquezas materiais configuravam-se como integrantes de um projeto único: o de enriquecer a Metrópole espiritualmente com almas e financeiramente com as benesses fornecidas pela natureza".

Aula 10: O mundo dos jesuítas- Parte I

Os missionários acreditavam que as almas dos indígenas estivessem subjugadas pelo demônio, através dos seus intermediários, os xamãs, os pajés, ou caraíbas. Os missionários insistiam, ao longo da evangelização, na afirmação da falsidade das obras dos feiticeiros e na verdade nas obras dos padres.

Os missionários, assim como diz o nome, realizavam missões e as mesmas significavam cruzar terras longínquas, conquistar territórios ocupados por inimigos da fé, libertando as almas presas nas garras do demônio.

Devemos também ressaltar a criação da Companhia de Jesus, fundada em 1540 pelo religioso Inácio de Loyola e outros, esse grupamento mais dinâmico da igreja católica, denominado "O exército do Papa", tendo como uma das principais metas, Procurar o proveito das almas, na vida e doutrina cristã, propagar a fé, pela pública pregação e ministério da palavra de Deus, pelos exercícios espirituais e obras de caridade, e  ensinar aos meninos rudes as verdades do cristianismo e consolar espiritualmente os fiéis no tribunal da confissão.